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Educação Física Escolar e Basquete Escolar (Por Mario Roberto Guarizi)

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Mario Roberto Guarizi
Presidente Prudente/SP - Brasil
E-mail: marinhoguarizi@hotmail.com

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Iniciação ao Basquetebol: reflexões

Existe por parte de professores responsável iminente preocupação com a participação de crianças em modalidades esportivas, especialmente o basquetebol, então, se faz necessário orientar e tecer alguns comentários com relação a esse assunto.

Pois bem, se você tem filhos com idade de até de 06 a 12 anos, e, ele já está levando a prática esportiva com seriedade é melhor ter cuidado. De acordo com pesquisadores no que se refere à aprendizagem motora, a modalidade esportiva, por competição ou na fase do treinamento, não combina com crianças na faixa etária de até 12 anos, pois, o risco de lesões neste período é maior pelo fato do corpo dessas crianças estar em desenvolvimento.

Dessa forma, quando temos a disposição um grupo de crianças, (futuros jogadores ou jogadoras), tem-se a oportunidade de exercer como profissional da Educação Física duas grandes responsabilidades: formá-los e dirigi-los.

Cada dia mais crianças *(meninos e meninas) incentivadas pela mídia praticam esporte, sejam eles individuais ou coletivos, e, atualmente nunca se questionou tanto a importância do esporte e da recreação na vida da criança, mas o mais importante é fazer com que as crianças desfrutem da atividade física em benefício da saúde, e que seja adultos futuramente ativos.

No caso da iniciação ao basquetebol, chama-se atenção dos professores que iniciam crianças, isto é, proporcionam o primeiro contato com esse esporte coletivo, então, pontua-se procedimentos importantes que se deve levar em consideração:

• O desenvolvimento de crianças de 6 a 12 anos, notando, ou percebendo que os meninos ou meninas não são pequenos adultos, pois eles não pensam como adultos.

• Os iniciadores devem estar cientes de que as crianças não têm a mesma idéia do jogo como os adultos.

• Temos que ser exemplos para as crianças, como professores, lideres, e até mesmo confundindo-se como seus pais.

• As crianças entendem que sempre estaremos por perto para incentivá-los, motivá-los e parabenizá-los no desenvolvimento das atividades, portanto, tomem atitude.

• Nós professores devemos entender que as crianças naturalmente procuram a vitória, mas devemos interferir quando da derrota.

• Por mais que queremos iniciá-los no basquetebol, há a parte lúdica da iniciação, o prazer em realizar os movimentos, e o prazer em estar com os amigos (as).

Outro ponto importante é que todas as crianças necessitam do apoio de seus pais, e se os pais apoiarem está em muito ajudando os professores ou iniciadores, pois, normalmente o grupo que o professor trabalha é heterogêneo, necessitando as crianças, não só do auxilio do professor mas, também, dos pais, e , muitos pais se perguntam: de que maneira posso ajudar? Como posso ajudar meu filho (a) a ter sucesso no esporte?

As crianças se desenvolvem de maneira tão diferente, especialmente quando iniciamos um grupo, pois, a tendência é que este seja totalmente heterogêneo, e se forem, cabe ao professo/iniciador, o desenvolvimento das atividades para igualar o grupo e isso pode ser confrontado através de testes, pois, há na literatura uma infinidade de testes já validados que se pode realizar.

Como os pais podem ajudar no desenvolvimento de seus filhos: Sempre que possível consulte o professor/iniciador para perguntar de seu filho (a), como ele está se desenvolvendo e como está progredindo. Cada professor, e que seja organizado deverá ter os dados de cada iniciante/criança, e que poderão ser destinado à verificação pelos pais, dessa forma os pais saberão a real situação dos seus filhos (as) dentro daquele grupo.

Portanto, observa-se que os objetivos da iniciação ao basquetebol, primeiramente não é de fazer campeões, mas iniciar a todos indistintamente, focalizando a promoção da saúde quando adulto, e que seja adulto fisicamente ativo. Proporcionar prazer às crianças permitindo-lhes desfrutar do manancial benéfico que é a prática esportiva, em especial o basquetebol.

Prática Esportiva e Educação Física Escolar

Há preocupação atual com a participação de crianças em modalidades esportivas, então, se faz necessário orientar os pais com relação a esse assunto. Pois bem, se você tem filhos com idade de até 12 anos, e, ele já está levando a prática esportiva com seriedade é melhor ter cuidado. De acordo com pesquisadores no que se refere à aprendizagem motora, a modalidade esportiva, por competição ou na fase do treinamento, não combina com crianças na faixa etária de até 12 anos, pois, o risco de lesões neste período é maior pelo fato do corpo dessas crianças estar em desenvolvimento.

Nahas 2001, salienta que na Educação Física tem-se observado que o maior problema é estabelecer prioridades educacionais para cada faixa etária ou série, de acordo com as características e necessidades de cada nível escolar.

Sabe-se que algumas especialidades médicas, especificamente os ortopedistas, salientam que até os cinco anos a criança não tem controle neuropsicomotor para a prática esportiva.

Diversos autores, entre eles Gallahue (2005) relatam que a idéia nesse período (até os 12 anos) é estimular os movimentos de forma recreativa. Diante da afirmativa do citado autor, compreende-se que os pais, e, principalmente os professores de Educação Física devem proporcionar às crianças o maior número de movimentos possíveis, aumentando, assim, o repertório motor e contribuindo para que no futuro a criança possa praticar adequadamente qualquer modalidade esportiva.

Pactua-se que a criança que pratica esporte desenvolve a sociabilização, relacionando-se adequadamente em grupo.

Especialistas da medicina esportiva relatam que lesões que anteriormente atingiam somente adolescentes e adultos, atualmente já são cada vez mais freqüentes em crianças menores de 12 anos, especificamente dos nove aos onze anos, e, isso ocorre porque há excesso nas práticas, bem como, sobrecarga nos exercícios.

Como professor de Educação Física compreendo que a natação é uma das modalidades esportivas mais indicadas para que a criança inicie suas atividades, pois não há impacto, e, desse modo, não irá provocar lesões. Por exemplo: bebês de aproximadamente seis meses podem ser iniciados, é claro que eles não irão nadar, mas serão estimulados a executar diversos movimentos. Orienta-se que a duração de uma aula para bebês deve ser em média de 30 minutos.

Não é somente a natação, há varias modalidades esportivas que podem ser praticadas na infância, mas não devem ser competitivas e sim com a realização de festivais, incentivando a participação e não a competição, com pais a beira da quadra ou do campo gritando para seu filho e querendo vencer a qualquer custo. Neste caso a competição pode desestimular a criança para o esporte, ainda, nota-se que os festivais evitam o esforço exagerado diminuindo o risco de lesões.

Para cada modalidade esportiva, existe a idade correta, sendo importante na hora da escolha, diferenciar atividade de exercício físico. A atividade pode-se compreender como qualquer movimento que leve ao gasto de energia, sendo: executar movimentos e estimular os músculos das mãos, dos braços, das pernas, realizando principalmente movimentos naturais, como andar e correr, e, que tenha acima de tudo aval dos especialistas da Educação Física; já os exercícios físicos, são seqüências de movimentos com o objetivo de alcançar melhor performance, seja em modalidades individuais ou coletivas.

Quem praticar adequadamente qualquer tipo de esporte ou atividade física desde cedo, certamente estará trilhando bom caminho para uma vida adulta saudável, sem precisar iniciar obrigatoriamente, isto é, quando procurar um médico.

Referências

GALLAHUE, David L. Compreendendo o desenvolvimento motor – bebês, crianças, adolescentes e adultos. 3 ed. São Paulo. Phorte Editora. 2005.
NAHAS, M. Atividade física, saúde e qualidade de vida. Londrina: Midiograf, 2001.

Iniciação Esportiva: A fácil missão de ensinar Basquetebol

Entende-se que o resultado positivo da iniciação depende acima de tudo do iniciador. Ela deve ser orientação segura, planejada sob os ditames de um método, aliada à capacidade do profissional.

Ao professor de Educação Física cabe a responsabilidade de aplicar seu método de acordo com algumas circunstâncias: instalações, tempo disponível, material didático da Educação Física, objetivos: gerais e específico, além, do material humano a ser trabalhado, sejam: estudantes ou iniciantes, em escolas ou escolinhas de formação desportivas que compreendem as idades de 10 a 12 anos.

A metodologia a ser empregada, isto é, os ditames atuais da pedagogia do esporte com relação às abordagens metodológicas de ensino, para iniciação das diferentes modalidades esportivas coletivas, podem produzir resultados negativos, se utilizados por mestres incapazes e relapsos, tendo desperdício de tempo, material e de valores. Agora, aquele educador que é emérito pode tirar muito proveito dos métodos atuais.

Cabe ao professor de Educação Física ensinar o esporte para os alunos, pois se sabe que o esporte quando se adapta às habilidades específicas de cada indivíduo, constitui fonte de saúde e equilíbrio. Leva o homem a atuar e participar num campo a margem de suas atividades diárias.

O indivíduo que pratica esporte desenvolve suas qualidades superiores de iniciativa, camaradagem, sangue frio e amor às responsabilidades. Oferece à pessoa oportunidade de conhecer-se, de expressar-se, de superar-se.

Além disso, permite disciplinar suas ações e seus movimentos, aumentando o rendimento. Liberta-o das limitações, tornando-o um elemento útil à sociedade, em suma, tornando indivíduo fisicamente ativo, levando-o a prevenir diversas doenças.

A iniciação das modalidades esportivas coletivas deve ser feita com critério, senso de responsabilidade e pleno conhecimento das potencialidades do educando para que se possam aproveitar integralmente suas qualidades inatas.

Caso o iniciante não possua potencialidades, cabe ao professor de Educação Física desenvolvê-las através de exercícios físicos orientados adequadamente, expandindo assim, o repertório motor, proporcionando-lhes maior cultura motora possível para receber os ensinamentos dos esportes coletivos, baseados na velocidade, agilidade, força e resistência, isso tudo, de acordo com a idade de cada iniciante.

A modalidade esportiva coletiva Basquetebol, é um esporte que não se aprende pela simples imitação. É um esporte que depende da iniciação para ser praticado razoavelmente, ficando na dependência de gestos técnicos executados corretamente, isto, para se ter sucesso. Como acontece no caso do arremesso, por exemplo.

Se o jogador não realizar adequadamente a técnica correta de execução, possivelmente não terá êxito, o seu arremesso não será convertido. É por esse motivo que nós professores de Educação Física temos que ensinar, ensinar e ensinar.

O objetivo precípuo da iniciação esportiva não deve ser o de “fazer campeões”, mas acima de tudo, dar oportunidade a todos os alunos indistintamente para aprender, desenvolver neles o gosto pela prática do mais completo dos esportes terrestre, e assim usufruir em toda a sua vida do manancial benéfico que proporciona a prática esportiva.

Esportes Coletivos: Relfexão sobre as abordagens de ensino

O tema metodologia de ensino torna-se importante e carece atualmente de destaque dentro da pedagogia do esporte, devendo conceder novo sentido às disciplinas tidas como prática em Cursos de Educação Física. Antigamente nos cursos de Educação Física aprendia-se muito sobre as técnicas e não se teorizada o por quê de tudo isso.

Contemporaneamente as abordagens de ensino das modalidades esportivas coletivas estão em evidência, então, nota-se que atualmente há algumas metodologias que são utilizadas no desporto coletivo, e que são seguidas pelos professores ou técnicos, fundamentando-os no momento do processo de ensino-aprendizagem, sendo elas: Tradicional; Série de Exercícios; Série de Jogos; Estruturalista, e, ainda a abordagem Crítica, e, cada uma delas possui suas vantagens e desvantagens.

Entende-se que com as novas reestruturações curriculares necessário se faz atender as exigências da contemporaneidade relacionadas ao ensino dos jogos coletivos desportivos. Mas há também os fatores de rendimento que estão intimamente ligados à aprendizagem, e que Nascimento 2005 considera como multidimensional. Ainda, não existe um fator único, e, nenhum se sobrepõe aos demais. Alguns são hierarquizados em determinadas modalidades como prioritários em detrimento de outros, mas temos que reconhecer que eles são múltiplos, isto é, fatores de rendimento são multidimensionais.

Desse modo, existem os fatores antropométricos e os condicionais. Nos antropométricos, onde hoje em dia sabe-se que nos esportes coletivos existe um fator determinante que é a estatura do indivíduo, peso e comprimento dos membros superiores. Isso está sendo priorizado na detecção de talentos, principalmente quando se fala do aspecto rendimento. Os fatores condicionais são aqueles necessários para manter a pessoa na prática esportiva, exigindo-se o desenvolvimento das capacidades físicas, como: força, flexibilidade, velocidade, agilidade e resistência.

Há, ainda, os fatores técnicos coordenativos, esses envolvem testes de coordenação motora, como por exemplo, no voleibol, a manchete, o toque, a cortada; e, no basquetebol: o drible, o arremesso e os passes. Há ainda, os fatores táticos cognitivos que envolvem a questão da percepção e análise das situações, antecipação e decisão.

Outro fator importante é o psicológico, que se apresenta pela motivação, pelo espírito de liderança, pela autoconfiança e pelo espírito de grupo. Os fatores são multidimensionais, exigindo-se relação intrínseca entre eles, isso quer dizer que quando trabalho um fator, também estou trabalhando os demais. Existe até questões de treinamento que aliam a questão condicional à questão tática cognitiva, e assim por diante.

Todos esses fatores existem, e cada um deles tem sua particularidade. Mas convém nos atermos somente em dois fatores: técnico coordenativo e a fundamentação tático-cognitiva. Afirma-se que esses dois fatores estão relacionados com os diferentes tipos de abordagens metodológicas para o ensino do esporte coletivo.

Outro aspecto que se leva em consideração quando se vai tratar do esporte coletivo é que existe alguma característica que diferenciam os esportes coletivos de outros esportes, um fator que diferencia é a aciclicidade (meta é alcançada numa só fase principal, contrapondo os movimentos cíclicos) técnica, pois é diferente a prática no basquete, no vôlei, no handball, do que na natação, atletismo, porque os movimentos não são cíclicos, eles são acíclicos, e, existe um ponto onde você finaliza uma atividade, por exemplo, arremesso no gol (handball), ou na cesta de basquete e assim por diante.

Os movimentos não têm envolvimento totalmente cíclico no jogo. O caráter complexo aberto da técnica são todos eles praticados como destrezas abertas, não são destrezas fechadas, as situações e o contexto variam, há situações que vão envolver fundamentações: defensivas e ofensivas.

Portanto, diante de todas essas informações sugiro que o professor de Educação Física fique atento às novas metodologias, motivo pelo qual terá que fazer mudanças radicais em seu modo de ensinar, caso contrário ficará fadado à mesmice e ao retrocesso.

Educação Física nas séries iniciais: uma necessidade!

A Educação Física tem sido tratada através de diferentes enfoques, e por diversos autores contemporâneos, inclusive, grande parte deles com titulações no exterior, como é o caso de Brach, Kunz, Tojal, Shigunov, Go Tani, Neira e Nascimento, dentre outros. Muitos deles assinalam sobre a importância do movimento e da motricidade humana. É consenso que o professor de Educação Física é o verdadeiro responsável pelo desenvolvimento do conhecimento motriz e pela prática de movimentos do indivíduo.

Afirma-se que não somente a educação intelectual tem que ser preocupação dos pais com relação aos seus filhos, mas, também a Educação Motora, tendo em vista que o repertório motor adquirido na infância (quando as crianças estão entre o 1º ao 5º ano) é carregado por toda a vida do indivíduo. Dessa forma, torna-se importante e evidente a preocupação dos pais para com a educação motora de seus filhos.

Compreende-se que é no ensino fundamental, (especialmente do 1º ao 5º ano) que o professor de Educação Física deve trabalhar no sentido de fazer com que a criança adquira o gosto pela prática esportiva, ou prática de atividades físicas, orientando-a para a promoção da saúde, isso pela via da educação. Nesse sentido, as ações, atitudes e procedimentos pedagógicos dos professores de Educação Física com seus alunos, devem ser alicerçados em planejamento didático, política educacional vigente e de ação inovadora, baseada em investigação e conhecimentos científicos.

Na maioria das escolas brasileiras essa idéia é pactuada com os professores que consideram o movimento humano como meio para educar, utilizando-se para isso um termo um tanto quanto esquecido atualmente na Educação Física, que é a psicomotricidade. Dentre os estudos da psicomotricidade articulam-se os trabalhos de Le Boulch, e Parlebás, este último, nos ofereceu suas contribuições pela proposta denominada sociomotricidade, que surge dentre as mais contemporâneas na área da Educação Física.

Educação Física nas séries iniciais: uma necessidade!

A sociomotricidade é uma das correntes mais recentes que envolvem a área da Educação Física, e, para Parlebás, o termo psicomotricidade chamou a atenção no sentido da pessoa ser capaz de desenvolver suas capacidades mentais através do movimento. O mesmo autor defende uma ação psicomotriz quando não há interação com os outros, mas, na vivência de uma relação interativa, fala-se de uma ação sociomotriz.

A diferença entre a psicomotricidade e a sociomotricidade se dá no sentido de execução das ações, enquanto na primeira não há relação interativa, podendo acontecer individualmente; a segunda (sociomotricidade) há interação, pois participam dela, mais de um indivíduo cita-se como exemplo: os jogos desportivos coletivos e os jogos cooperativos (recreação), onde os resultados e a interação entre pessoas são bastante favoráveis.

Nesse sentido há preocupação sobre a importância do professor de Educação Física (atuando do 1º ao 5º ano) na elaboração adequada das atividades, utilizando-se para isso práticas pedagógicas contemporâneas e do conhecimento científico, enfatizando, desse modo, as atividades coletivas, objetivando alcançar a personalidade de cada aluno, através do desenvolvimento de suas capacidades e habilidades: físicas, psicológicas e sociais, e, nesse processo, certamente, a inteligência motriz estará sendo desenvolvida.

Entende-se que o objetivo primordial a ser alcançado pelo professor de Educação Física é dispor de novas formas de interação com base no movimento humano, pelo fato deste, ser o objeto de estudo da Educação Física e, como se afirmou: conteúdo essencial ao desenvolvimento humano, pois, desta forma, colaborar-se-á na formação dos alunos (1º ao 5º ano) no que diz respeito à personalidade, desenvolvimento da inteligência motriz, da interatividade e da sociabilidade, enfatizando a atividade física e coletiva.

Nós professores de Educação Física sabemos o que fazer, no entanto, falta o poder público fazer a sua parte, disponibilizando aulas nas escolas onde não há professores de Educação Física, caso que acontece atualmente em algumas escolas municipais (1º ao 5º ano) de várias cidades do Brasil, isso por força da Resolução CNE-CEB Nº 7, DE 14 de dezembro de 2010. Sabe-se perfeitamente o que é legal e o que é necessário. Há alguns prefeitos que diante da legalidade da citada resolução, cumprem a lei fielmente, mas por outro lado quando têm que realmente cumprir a lei em outras oportunidades não a cumprem.

Portanto: Jogos Olímpicos ou Educação Física Escolar?; Jogos Mundiais Militares ou Educação Física Escolar?; Copa do Mundo ou Educação Física Escolar? Educação Física Escolar é importante e necessária e vocês pais devem reivindicar e fiscalizar.

Fiquem de olho aberto para a Educação Física e seus benefícios para as crianças!

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